quinta-feira, 4 de abril de 2013

01 de Abril “Dia da Mentira”, ferramenta de marketing?


O comum dia 1 de Abril, torna-se agora uma ferramenta de marketing vejamos alguns exemplos:






A BMW, ofereceu aos leitores da Grã-Bretanha, este veículo chamando Pram. Este anúncio tem um carrinho de bebé com uma linha desportiva, em frente ao palácio de Windsor, com a presença de cães da raça Corgis (a raça preferida da realeza).
Já no Twitter, constou-se que os usuários que usassem vogais teriam que pagar 5 dólares por mês.
O Guardian, jornal britânico, oferecia óculos de “realidade aumentada” que permitem “ver o mundo o tempo todo pelos olhos do Guardian”.
O dia 1 de Abril deixou de ser uma tradição apenas popular, agora ganha vida no mundo empresarial, ao fazerem esta “brincadeira” as empresas ficam mais próximas dos seus clientes, mostrando-lhe o seu lado mais descontraído e conseguem também alguma publicidade gratuita.

Grupo II

quarta-feira, 3 de abril de 2013

BUZZ MARKETING - A ERA DO MARKETING VIRAL

" A chave é criar-se um vírus que motive e cative, originando a divulgação"


Buzz Marketing, ou Marketing Viral, é uma técnica de marketing que explora as redes socias já existentes (facebook, twitter, Hi5...) como meio de comunicação e divulgação, com o objectivo de obter aumentos significativos de conhecimento de marcas, serviços ou  produtos.
Esta técnica tem como efeito espalhar uma mensagem por meio do "boca-a-boca", criando uma corrente que difunde a comunicação por milhares de pessoas. É o modo mais eficiente e económico de colocar o nome de uma marca na boca de todos. A mensagem transmite-se através de processos similares à expansão de um vírus.
Neste tipo de campanhas a ideia é potenciar a própria curiosidade humana, resultando de uma partilha desses conteúdos pelos seus contactos de forma rápida e espontânea.
 





Um exemplo de marketing viral foi o realizado pela T-Mobile, uma das principais operadoras de telecomunicações da Europa.
No final do mês de Abril a empresa enviou mensagens aos seus clientes dizendo para se deslocarem à Trafalgar Square, em Londes, num determinado dia e hora.
Apareceram na praça cerca de 13500 pessoas. Foram-lhes entregues microfones sem fios e nos altifalantes ouvia-se a música "Hey Jude" dos Beatles. A letra da música aparecia num ecrã gigante. Começou então um enorme karaoke de 13500 vozes, e à medida que mais pessoas iam aparecendo mais vozes ecoavam por todos os presentes.
Desta forma a empresa conseguiu uma excelente divulgação da sua marca.








Outro exemplo interessante foi efectuado pela Coca-Cola. Realizado em Sidney, na Austrália, uma divertida e criativa interacção com o público através da campanha "Share a Coke", na qual os consumidores podiam enviar uma mensagem com o nome desejado, que aparecia no lugar da marca junto com " Share a Coke with..." num outdoor interactivo.
A campanha incentiva as pessoas a dividirem uma Coca-Cola com os amigos ao encontrar uma garrafa que contenha os seus nomes.
No Facebook é possível criar uma lata personalizada e compartilhar com os amigos.
Foram obtidos resultados positivos: aumentou o consumo, o volume de vendas bem como a presença da marca na sociedade australiana.



Grupo 7   

Marketing Viral


A criação da Internet despoletou várias transformações no nosso quotidiano, tendo estas transformações se acentuado com a chegada das redes sociais. Estas têm por base a comunicação entre os utilizadores, pois através de um vídeo, imagem ou frase partilhada, o conteúdo dos mesmos é capaz de se fazer chegar a milhões de pessoas. As redes sociais têm sido encaradas, por parte das empresas, como uma forma de incentivar e conquistar os consumidores, através de uma estratégia designada por Marketing Viral


“Na antiga propaganda, o consumidor era o ponto final de uma comunicação baseada numa relação emissor versus receptor, ou seja, as preocupações se encerravam com a assimilação da mensagem pelo consumidor. Na propaganda moderna, essa relação é só o começo da história. O consumidor é reconhecido como o principal potencializador e propagador da mensagem para outros grupos de pessoas.”



Grupo 6

terça-feira, 2 de abril de 2013

Benetton: Exemplo de diferenciação e irreverência


- Evitar a miopia do marketing

 
A Benetton é uma marca reconhecida em vários países, o que a torna conceituada a nível mundial, através da sua irreverencia e originalidade das suas publicidades.
A marca chama a atenção do consumidor não só pelo vestuário mas também pela criatividade e sensibilidade que a imagem nos transmite, temos por exemplo a junção de raças. Pois ao observarmos a imagem não existe qualquer alusão à roupa, vemos para além do produto.
 
- Diferenciação
 
 
UNITED COLORS OF BENETTON, como o próprio nome refere as cores continuam a ser o ponto forte de diferenciação da marca.
 
 
 
- Em Síntese:
 
Tem audácia de pegar em factos polémicos e escolher pessoas conhecidas a nível mundial e com diferentes culturas, religiões e cores para cativar a atenção dos consumidores, como por exemplo em 2011 a empresa causou polémica após divulgar fotos com presidentes a beijarem-se incluindo uma do Papa Bento XVI.
 
Com a Benetton não compramos apenas roupa mas também EMOÇÕES!
Grupo 10

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Segmentação, Posicionamento e Diferenciação

 

Casos Práticos:
SEGMENTAÇÃO: Por exemplo a Peugeot fabrica carros das três gamas:
- O Peugeot 508 RXH, de uma gama mais alta para pessoas com altos rendimentos;

 - O Peugeot 308, de uma gama média para pessoas com rendimentos médios;

 - O Peugeot 107 de uma gama baixa para rendimentos mais pequenos.


Neste caso o critério utilizado para dividir o mercado é o rendimento, uma vez que estamos perante uma segmentação por preços.


POSICIONAMENTO: A imagem na mente do consumidor; por exemplo a Smart posicionou-se no mercado automóvel como sendo um veículo prático, e fácil de estacionar.

DIFERENCIAÇÃO: É a distinção de um produto ou serviço dos seus concorrentes.
- A BMW é um exemplo de diferenciação pela qualidade de desempenho, é um carro caro? Sim, mas tem um desempenho superior; o desempenho aumenta o preço, por isso é que um carro de fórmula 1 é mais caro que um BMW. A concorrência pode apresentar um carro com preço inferior, mas o seu desempenho também o será.
- Já a Volvo diferencia-se pela confiabilidade, pois o seu nome é quase como sinónimo de segurança, a Volvo fabrica os veículos mais seguros e confiáveis ​​do mundo. 
 
 


 Grupo 9