O Marketing Experiencial é uma abordagem que explora todos os pontos de contacto entre as marcas e os consumidores de forma a provocar experiências que permitam uma maior aproximação e fidelização.
Segundo Erik
Hauser, presidente da associação internacional de Marketing Experiencial, este
conceito é o “novo paradigma” do sector.
O objetivo
é tentar criar experiências de marca, através da realização de eventos
inovadores, que envolvam os consumidores de maneira a que os conduzam a memórias
posteriores, que o levem à preferência e fidelização no momento da compra.
Uma organização sem fins lucrativos caracteriza-se por ser uma entidade de iniciativa privada que fornece serviços e bens às pessoas mais necessitadas para melhorar a sua qualidade de vida e daqueles que os rodeiam. Estas organizações sobrevivem através do trabalho voluntário e de donativos feitos por empresas e/ou particulares.
Um exemplo deste tipo de organização é o banco alimentar contra a fome que foi criado em Portugal em 1990 por iniciativa de José Vaz Pinto. Caracteriza-se por ser uma organização sem fins lucrativos que assenta em valores como a partilha e a dávida, valores que se reflectem no dia-a-dia da organização, pois a sua missão é lutar contra o desperdício alimentar e ajudar aqueles que têm necessidades alimentares, mobilizando pessoas e/ou empresas através de donativos e recolhas de alimentos.
Pode-se também dizer que, uma organização como o Banco Alimentar Contra a Fome, também vende um propósito: “a de que quem tem pode, através das suas doações, ajudar quem mais precisa”. Dispondo de um objectivo, ao qual o seu marketing continua a exercer com as mesmas finalidades que é contribuir para vender ideias. Desta forma, não está implícito o seu valor económico quanto a exploração, mas antes um valor social. Por outras palavras, esta organização também precisa de recorrer ao marketing, mas não vai com intenção de ter qualquer lucro com isso,mas pretende essencialmente conceber a implementação dos valores sociais.
Podem ajudar esta organização através de:
Participação na próxima recolha de alimentos que se realiza de 1 a 2 de Junho de 2013;
O Marketing de Guerrilha, é uma
nova técnica de comunicação que requer uma boa dose de originalidade,
caracterizando-se essencialmente pela inesperada forma de interacção com os
consumidores e pelo impacto surpresa que tem junto dos mesmos, tendo a
“agradável” particularidade de não ser necessário despender muito dinheiro, o
que é um factor de peso para as empresas financeiramente menos avantajadas.
Naturalmente, este tipo de marketing apresenta vantagens.
Desde logo, o facto de não “consumir” budjets elevados, permitindo que as
agências e clientes corram mais riscos na sua comunicação. O risco associado é
menor do que nas, bem mais caras, tradicionais formas de comunicação.
Outra das vantagens tem a ver com o impacto que normalmente as suas acções têm,
gerando o efeito passa-a-palavra, podendo também despertar a atenção dos media
e consecutiva cobertura gratuita.
No entanto, também apresenta desvantagens.
Este tipo de marketing tem a peculiaridade de despertar interesse, curiosidade
e grandes doses de entusiasmo junto dos consumidores, levando os mesmos a
criarem expectativas elevadas que podem não ver satisfeitas aquando da compra
ou contacto com o produto ou serviço. Os consumidores podem sentir-se enganados
e neste caso, o efeito passa-a-palavra pode ser devastador.
O Marketing de Guerrilha também é caracterizado pela realização de acções muito
mais localizadas, pelo que não se podem esperar os mesmos resultados de uma comunicação
mass market.
Certamente
que a maioria dos profissionais ou entusiastas de Marketing já ouviram falar em
Marketing de Guerrilha. Contudo nem todos conseguem caracterizar o que
realmente é a Guerrilha, sendo para muitos uma tendência a seguir e para
outros apenas uma moda ou uma ferramenta utilizada quase em
exclusivo por pequenas empresas com recursos muito limitados.
Assim lançámos o desafio ao André Rabanea para nos falar um pouco de Marketing
de Guerrilha.
O
André Rabanea é especialista em Marketing de Guerrilha, CEO e fundador da
primeira Agência de Guerrilha em Portugal: a Torke.
Actualmente
a Torke já conta com 5 anos de actividade e recentemente o seu posicionamento
foi reajustado, trazendo com ele um novo conceito (Boutique Guerrilla Agency) e
uma nova forma de se assumir perante o mercado:
Marketing
Portugal – O que é o Marketing de Guerrilha?
André
Rabanea - Hoje já nem sei mais como definir. Em 1982 Jay Conrad achava uma coisa, em 2005 eu achava isso: O marketing de
guerrilha é uma forma de envolver os consumidores com a marca. Não através da
imposição mas através da conquista. É um conjunto de estratégias diferenciadas
e inovadoras cujo objectivo é surpreender, pelo inesperado e pelo barulho, pela
emoção, pela ousadia e pela agilidade e que, por isso mesmo, conquistam e
seduzem os consumidores. Disto são exemplos estratégias como o marketing viral,
ambush marketing, intervenções urbanas e performances, marketing invisível, blog
marketing, PR stunts, etc….O mercado muda o conceito não pode ficar parado. Se é um conceito inovador não
podemos mantê-lo intocável.
Marketing
Portugal – Até há bem pouco tempo existia a percepção de
que o Marketing de Guerrilha era apenas uma ferramenta utilizada por PME’s.
Actualmente já começa a ser perceptível a importância do mesmo como parte
integrante do Marketing Mix das empresas, será que esta tendência será para
manter?
André
Rabanea - Com certeza. Hoje os maiores clientes utilizam
marketing de guerrilha.
Marketing
Portugal – O que achas do “estado” do Marketing de
Guerrilha em Portugal? É difícil realizar acções de Marketing de Guerrilha em
Portugal?
André
Rabanea - Acho bom! Não estamos atrás em termos de
criatividade de outros países e várias empresas já começam o fazer, algumas
mais criativas qeu outras, algumas com mais experiência que outras, mas é um
bom indicativo tantas empresas começarem a pedir e nascer novas agências nesta
área.
Não é difícil, só depende do cliente.
Marketing
Portugal – Quando falamos em Marketing de Guerrilha
pensamos na expressão “desafiar os limites”.Até aonde vão esses limites e de
que forma são eles controlados?
André
Rabanea - Limite ta do lado do cliente, nunca do nosso.
Pensávamos fora da caixa a 5 anos atrás…hoje nem sabemos onde está a tal da
caixa.
Marketing
Portugal – Actualmente ainda existe quem desconfie da
utilização do Marketing de Guerrilha, consideras que é possível realizar
Guerrilha em todos os modelos de negócio?
André
Rabanea - Estamos a fazer para o ActivoBank.
Marketing
Portugal – Quando os clientes pretendem realizar uma
acção de Marketing de Guerrilha sabem o que os espera?
André
Rabanea - Não sei, as vezes pedem sem saber o que pode
aparecer. Os melhores clientes são os que já tem uma noção básica da guerrilha
e do nosso portefólio pois sabe do potencial que tem. As vezes o problema é que
alguns clientes fazem uma acção de distribuição de flyer no metro, a agência chama isso de guerrilha e o cliente nunca mais vai querer fazer guerrilha. Ou pensa
que guerrilha é sujar as ruas ou fazer malabares no semáforo.
Marketing
Portugal – Qual foi o projecto que mais o marcou?
André
Rabanea - Ixii, tem vários. Vários momentos importantes.
Cases da Fox, Optimus e Peugeot foram os maiores e mais importantes destes 5
anos. Mas claro que os nosso próprios cases são marcantes, como a menor árvore
da Europa, a invasão nas agências e o croquette awards.
Marketing
Portugal – Qual a empresa ou marca para a qual gostarias
de realizar uma acção de Marketing de Guerrilha?
André
Rabanea - As marcas que tínhamos interesse já batemos a
porta e já fizemos algo, não ia aguentar quieto. Mas queria que a Lego tivesse
em Portugal e que a Mini apostasse em guerrilha como aposta lá fora.
Marketing
Portugal – Por fim, como caracterizas o Marketing de
Guerrilha numa única palavra?
André
Rabanea - Disrupção criativa!
Exemplos
de Campanhas realizadas peta agência Torke
A colocação dos produtos alimentares à mesa do consumidor
exige condições de armazenamento e de transporte que devem ser respeitadas para
se manter a qualidade e a segurança dos alimentos ao longo de toda a cadeia,
desde a origem até ao destino. Logo a distribuição ocupa um lugar vital no
circuito de produção e consumo de bens alimentares.
Os grandes distribuidores usam várias estratégias para
fomentar uma posição de força em relação aos produtores, sendo que a utilização
de marcas brancas e marcas próprias se destacam. Esta temática tem sido
debatida ao nível de decisão político, pois este, não é um problema exclusivo
de Portugal mas de toda a EU e ganhou recentemente grande mediatismo com a
venda do leite, pelas grandes superfícies, a preços abaixo do custo o que
provocou protestos de rua por parte de organizadores de produtores de leite.
No parlamento europeu saiu uma resolução que aborda os mais
graves e actuais desequilíbrios na cadeia de distribuição alimentar,
incluindo:“abuso de poder de compra
dominante, cláusulas contratuais abusivas, atrasos nos pagamentos, modificações
contratuais unilaterais, restrição do acesso ao mercado; falta de informação
sobre a formação de preços, distribuição desequilibrada das margens de lucro ao
longo de toda a cadeia alimentar e uma série de problemas associados com a
concentração crescente no sector da distribuição”.( in hipersuper 18-01-2012)
Para minimizar os desequilíbrios na cadeia de distribuição
alimentar é necessário uma configuração de um novo quadro de actuação que
combine regulamentação comunitária, alteração ao direito da concorrência e
legislação adicional a nível horizontal, ou seja, constituição de
alianças provisórias entre as empresas que trabalham no mesmo sector e nível, a par dos já existentes e de novos
acordos voluntários de auto-regulação.
212 VIP Men,
fragância da Carolina Herrera que está incorporada na linha de produtos 212 (212
NYC, 212 SEXY e 212 VIP).
Em
foco, 212 VIP Men, opta por uma
vertente de exclusividade e de elite. Como se verifica no anúncio, o homem que
usar esta fragância irá usufruir da entrada sem limitações na noite louca e
excêntrica de Nova Iorque. O uso deste aroma permitirá a entrada em qualquer
meio nocturno, neste caso representado pela cidade de Nova Iorque. Se não estás
na guest list, não tentes outras hipóteses (uso de dinheiro ou entrada às
escondidas), simplesmente usa 212 VIP,
o perfume indicado para as grandes e melhores noites.
Mais
que uma fragância, 212 VIP garante-te
o acesso a um mundo excêntrico, importante, exclusivo e de elite. Como o
próprio nome indica VIP – Very Important Person.
Guerrilla marketing é um termo norte-americano, criado por Jay Conrad Levinson, considerado o “pai do marketing de guerrilha”, surge na década de 70, num contexto no qual a publicidade causava a desconfiança do consumidor em relação à oferta dos produtos.
É uma
estratégia composta de diversas ferramentas que permitem ter os seus dispositivos
reconfigurados no tempo e espaço, de acordo com a realidade, os recursos e as
intenções do anunciante.
Jay
Levinson descreve o marketing de guerrilhacomo uma estratégia capaz de “atingir
as metas convencionais, tais como lucro e alegria, com métodos não
convencionais, como investir energia em vez de dinheiro.”.
Ao
adaptar os conceitos e práticas da guerrilha bélica para os negócios, demonstra
que pequenas empresas podem adotar táticas alternativas demarketingpara
sobreviver nos mercados atuais, cada vez mais competitivos.
Assim,
pode-se afirmar que omarketing
de guerrilhaé caracterizado
como uma alternativa para as pequenas empresas, pois propõe uma maneira
criativa de se pensar outras aplicabilidades para certos dispositivos, sem os
altos investimentos.
Serve
também para as grandes empresas, como uma estratégia complementar às campanhas
publicitárias que procuram estabelecer
mais interatividade.
Porém, na
atual sociedade saturada de
informação, grandes
empresas começam a utilizar o Marketing de Guerrilha no seumarketing-mixpara atingirem os corações e mentes do
seu público-alvo e trazerem uma atitude irreverente às suas marcas.
A criatividade e as formas inusitadas de chamar a atenção
pra um produto é uma das grandes vantagens.
Principais ferramentas de ação do marketing de
Guerrilha
Arte
Urbana
A arte
urbana, ação também chamada de marketing de rua ou intervenções urbanas. Este
tipo de ação teve início com artistas de bairro, que utilizam o grafite, as
esculturas, instalações e cartazes, para difusão de uma expressão e talento
relacionados com as cidades e a vida nos grandes centros urbanos
Flashmob
Multidão Espontânea é a tradução
literal para o termo flash mob. É uma performance organizada num local, sem
ensaios prévios, onde o precursor da ação apresenta um plano de ideias a ser
seguido por todos. O objetivo principal é aparecer, ser visto, causar impacto
pelo movimento e a diferença.
FLASH MOB - TAP
Land Art- Arte da
Terra
Como o
próprio nome diz, relaciona-se às obras que transformam um espaço natural
utilizando o ambiente como suporte e ferramenta.
Grupo 15
sexta-feira, 26 de abril de 2013
MARKETING- A DISTRIBUIÇÃO
(ESPAÇO
AÇORES – TRADIÇÃO & GOURMET)
Uma
cadeia de distribuição implica um percurso que os produtos têm de percorrer até
ao mercado e clientes finais.
Essa
cadeia de distribuição sendo eficaz acrescentará valor ao produto e reduzirá
custos, tornando-se em vantagens competitivas para essa estrutura de
distribuição.
O
vídeo aqui apresentado visa transmitir um exemplo de política de marketing/distribuição,
escolhas e opções que um conjunto de Produtores Agrícolas dos Açores fizeram
para colocarem os seus produtos no mercado e chegarem assim aos clientes
consumidores finais.
Os
clientes alvo escolhidos por esta organização, atendendo aos produtos
comercializados, são os da gama média alta.
Para
atingirem os seus objetivos, os produtores agrícolas tiveram como principais impulsionadores
todos os Municípios dos Açores que funcionaram como parceiros, com vantagens
para todos, tendo sido criada o “Espaço Açores – Tradição & Gourmet”, para
distribuição no continente dos produtos agrícolas açorianos.
A Política
de comunicação da “Espaço Açores – Tradição & Gourmet”, aqui exposta neste
vídeo no nosso entender procura construir e promover uma imagem dos produtos
tradicionais açorianos, com isso, procura criar um tráfego, ou seja, procura
aumentar o número de clientes e que as compras médias por clientes aumentem.