sexta-feira, 3 de maio de 2013

O uso do YouTube como ferramenta de Marketing



No ambiente empresarial competitivo e com a evolução da tecnologia, surge a necessidade das empresas se diferenciarem, ampliam os seus mercados e atingem públicos novos.

A Internet é uma importante ferramenta para aumentar as oportunidades de negócio.
Embora ainda existam algumas empresas com uma visão conservadora, a publicidade Online cresce a cada ano.

Com um consumidor mais moderno, com novas expectativas e integrado tanto no mundo real como virtual, as ações estratégicas da empresa para uso da Internet buscam eficiência e resultados quase que imediatos, para não perder de vista o consumidor.

Nos países desenvolvidos, a maioria dos consumidores utiliza a rede mundial para tomar a decisão de compra de um produto ou serviço.

A revolução digital mudou os conceitos de espaço, de tempo e de massa. O espaço de uma empresa pode ser agora virtual.

Através das comunicações estabelecidos com auxílio de ferramentas de marketing digital, permite um contacto amplo, a qualquer hora do dia e onde quer que os clientes estejam.

As empresas como a Optimus, LG, OLX e entre outras, utilizam Short-Add para promoverem os seus produtos. Ocupam assim os segundos de tempo que um vídeo no YouTube pode demorar a carregar.

A ideia é manter o consumidor ocupado, distraindo-o com o anúncio e despertar o desejo de adquirir.

Este tipo de publicidade não pretende saturar o consumidor tendo assim a liberdade de ignorar o anúncio e passar a visualizar o vídeo escolhido. 





                                                                                               Grupo XIV

MARKETING

A Comunicação

“O marketing moderno exige mais do que desenvolver um bom produto a um preço atraente e torná-lo acessível. As empresas precisam também de comunicar com as atuais e potenciais partes interessadas e com o público em geral. Toda empresa tem inevitavelmente de assumir o papel de comunicadora e promotora. Para muitas empresas o problema não é comunicar, mas o que dizer, para quem dizer e com que frequência fazê-lo.” - Philip Kotler, 2000,

Segundo este autor, Philipe Kotler, existem oito etapas no desenvolvimento de uma comunicação eficaz, ou seja, o profissional de marketing deverá:

1-     Identificar o público-alvo;

2-     Determinar os objetivos da comunicação;

3-     Elaborar a mensagem;

4-     Selecionar os canais de comunicação;

5-     Estabelecer o orçamento total de comunicação;

6-     Decidir sobre o mix de comunicação;

7-     Medir os resultados da comunicação;

8-     Gerir o processo de comunicação integrada de marketing.

(Ver livro “A Administração de Marketing”, Philipe Kotler, 2000)

A comunicação é determinante para a imagem e promoção dos produtos de determinada organização.

A comunicação pode ser feita de várias formas, tendo em conta o público-alvo, podendo ser interpessoal, via internet, pelos meios de comunicação tradicionais, etc…;

“Comunicação é o conjunto de sinais emitidos pela empresa em direção aos seus clientes, distribuidores, líderes de opinião e todos os alvos”

O profissional de marketing deve saber “falar a língua” do consumidor não podendo esquecer a importância do feedback, nessa mesma comunicação, e saber fazer a triagem do que será realmente importante como informação para a organização melhorar a sua comunicação e imagem.

A comunicação também deve ser segmentada pois os produtos podem não estar acessíveis a todos, bem como não serem desejados ou do interesse de determinados consumidores, como tal deve ser direcionado para o público-alvo de forma correta de modo a atingir esse objetivo.

A comunicação deverá refletir uma imagem fidedigna de toda a organização.

No vídeo aqui apresentado, podemos constatar que é feita uma referência, em que por vezes a comunicação é confundida com a publicidade. No entanto, esta variável (comunicação), reúne todas as formas de comunicação entre quem vende e todos os envolvidos direta ou indiretamente no processo de decisão de compra, indo da imagem da empresa ao reconhecimento da marca, passando pela embalagem, pela publicidade, pelas vendas, etc….

O vídeo expõe os mecanismos escolhidos por parte da empresa “Espaço Açores – Tradição & Gourmet” para comunicar com os potenciais clientes e formas de melhor fazer chegar ao conhecimento do seu público-alvo os seus produtos.  

 
Grupo 1
 

quinta-feira, 2 de maio de 2013

O Poder da Comunicação


"Para uma boa ação de Marketing é essencial reconhecer e dominar o «poder das palavras» ”




Apesar do Marketing ainda estar bastante associado à imagem, especialmente pela sua promoção, cada vez mais, com a utilização da web e tecnologia, as palavras valem mais que mil imagens.
Palavras, muitas vezes simples, mas que conseguem um poder enorme, no consciente e inconsciente das pessoas, motivando e "tocando" nos seus sentimentos e emoções, ou contribuindo significativamente para a sua decisão.
O verdadeiro ‘dom' das palavras, termos emocionais ou racionais, estrategicamente seleccionados, tendo em conta o objectivo, o público, o posicionamento, a imagem e a emoção. As palavras são poderosas, não só pelo seu poder de influenciar e controlar os outros a partir do momento em que são ditas ou escritas, como também na forma como podem reflectir-se para quem as emite, permitindo criar um posicionamento ou imagem positiva (de preferência), mas também negativa.
O importante é utilizar palavras que permitam às pessoas identificar-se com a mensagem que se pretende transmitir. Convém ressaltar, que estamos perante pessoas, que têm sentimentos. O sucesso do Marketing passa também pelo poder de uma ‘boa história'.
Essencialmente é necessário utilizar palavras que incentivem as pessoas a agir, que lhes desperte o interesse e que as motive. 






Este vídeo ilustra o poder da comunicação. Como uma simples alteração na estrutura da mensagem, sem, porém, o seu conteúdo sofrer alteração, influenciou o comportamento e atitude dos receptores.

O que têm em comum as frases "Divirta-se ao máximo!" e "Desfrute intensamente!"?
As duas frases têm o mesmo significado, mas as palavras utilizadas fazem toda a diferença. A transmissão de uma mensagem pode ser feita de várias formas, e, no que toca ao marketing, essa forma será crucial para despertar - ou não – o interesse dos consumidores.


Grupo 7   


                                                                                                                                              

Marketing Relacional


“Você pode ter centenas, milhares ou mesmo milhões de clientes.
Mas deve tratar cada um como se fosse único”

Segundo Kotler "Marketing relacional é a ciência e a arte de conquistar e manter clientes e desenvolver relacionamentos lucrativos com eles"

O marketing relacional é a resposta a uma necessidade cada vez maior das empresas em satisfazerem as necessidades dos clientes que cada vez mais têm mais informação e se tornam mais exigentes. O conceito não é novo, pois os pequenos negócios como as mercearias de bairro já o praticavam com os seus clientes (o merceeiro conhecia todos os seus clientes individualmente, sabia quais as necessidades de cada um e conseguia adquar os seus produtos à sua clientela habitual), contudo foi o desenvolvimento das tecnologias que permitiu às grandes empresas com uma carteira de clientes maior, conhecer o comportamento e atitude dos seus clientes e proporcionar-lhe uma experiência individualizada com a empresa ou a marca.

Kotler e Armstrong (2007), apresentam 5 níveis de relacionamento com o cliente:
Básico - O vendedor vende o produto, mas não faz qualquer acompanhamento posterior;
Reativo - O vendedor vende o produto e incentiva os clientes a ligarem sempre que tiverem algum problema ou dúvida;
Confiável - O vendedor liga para o cliente após a venda para verificar se o produto satisfez as suas expectativas ou se houve deceções; pede sugestões para melhorar o produto, o que ajudará a empresa a aperfeiçoar continuamente as suas ofertas;
Proactivo - O vendedor ou outra pessoa da empresa liga para o cliente várias vezes com sugestões para usar melhor o produto ou para oferecer novos produtos;
 
Parceria - A empresa trabalha continuamente com o cliente para identificar meios de oferecer melhor valor.

Ao lado do Marketing Relacional, temos o One-to-One e o Customer Relationship Management (CRM); apesar dos nomes serem diferentes traduzem o mesmo. 

O Marketing One-to-One é um diálogo único que ocorre entre a empresa e o cliente individualmente. O diálogo serve para identificar as necessidades especificas do cliente e adequar os seus produtos ou serviços a essas necessidades, baseando-se na informação sobre as preferências e compras desse cliente especifico que esta na base de dados.

Exemplo:

O site Amazon utiliza o histórico de navegação de cada cliente para melhorar o seu negócio e, além da saudação a cada entrada no site há uma adaptação da homepage em relação aos gostos pessoais.

O CRM é uma estratégia de negócio, uma atitude perante empregados e clientes, apoiada por determinados processos e sistemas em que o objectivo consiste em construir relações duradouras através da compreensão das necessidades e preferências individuais, de forma a acrescentar valor à empresa e ao cliente. Depois de identificar quem são os clientes, de os diferenciar consoante as suas necessidades e de com eles interagir, há que utilizar toda esta informação para personalizar a oferta em função de cada cliente.

Exemplo:

A cadeia de supermercados britânica Tesco, conta com 586 lojas no Reino Unido e mais 196 na Europa; tem, na sua história, mais de 75 anos de inovação: nos anos 50 foi pioneira no Reino Unido no conceito de self-service, tendo introduzido, em 1968, 70 mil lojas em self-service.
Em 1990 a empresa decidiu cativar compradores online. Do seu modelo de negócio fazia parte a possibilidade de as lojas já existentes efetuarem entregas e encomendas de artigos adquiridos online, deforma a satisfazer os clientes que pedissem uma destas duas vias.
Para além disso esta empresa construiu um programa de fidelização baseado num cartão, o qual permitia a recolha de dados dos seus clientes. Em 1996, este programa fazia, por dia, o tracking de 200 milhões de compras. Com esta enorme base de dados, esta empresa pôde criar 5 mil segmentos de clientes com necessidades distintas. Quando se efetuavam ações de marketing, cada um destes segmentos recebia cupões personalizados e adequados às suas necessidades. A taxa de resposta a estes cupões era de 30 por cento.
Contudo, a estratégia desta empresa não se fica por aqui. Na internet esta empresa disponibiliza mais de 20 mil produtos. As encomendas efetuadas até às quatro da tarde são entregues no dia seguinte e a empresa guarda um registo das listas de compras dos seus clientes para lhes poder lembrar caso se esqueçam de algum dos seus artigos habituais.
Com estas medidas, o serviço expandiu-se e esta empresa tinha, em 2001, trezentas novas lojas com internet shopping, triplicando a distribuição das compras online. Nas entregas, esta empresa cerca de sete mil colaboradores. Atualmente, as entregas desta empresa cobrem 90 por cento do Reino Unido.
Hoje em dia, já é possível encontrar na Tesco produtos que vão para além do seu core business, os quais se inserem na sua estratégia de aumentar o share of costumer: em vez de procurarem mais clientes para os seus produtos, procuram mais produtos para os seus clientes.
 

Fontes:
Mercator XXI - Teoria e Prática do Marketing
CMR 


Grupo 9